Por Edmundo Monte

Comunicamos e indicamos aos nossos leitores, o lançamento de três novos livros sobre a temática indígena no Brasil:

1) Abordando reflexões atuais e importantes sobre a inclusão da temática indígena na sala de aula, como determina a Lei 11.645/2008, sugerimos a aquisição do livro organizado pelo professor e pesquisador Edson Silva e pela mestranda em Educação Maria da Penha da Silva.

A TEMÁTICA INDÍGENA NA SALA DE AULA: reflexões para o ensino a partir da Lei 11.645/2008

Edson Silva; Maria da Penha da Silva (Orgs.)

(Editora Universitária da UFPE)

ÍNDICE

CAPÍTULO 1

Os índios entre discursos e imagens: o lugar na História do Brasil (Edson Silva)

CAPÍTULO 2

As universidades e o ensino de história indígena (Zeneide Rios de Jesus)

CAPÍTULO 3

Educação intercultural: a presença indígena nas escolas da cidade e a Lei 11.645/2008 (Maria da Penha da Silva)

CAPÍTULO 4

A implantação da Lei 11.645/2008 no Brasil: um histórico de mobilizações e conquistas (Ana Cláudia Oliveira da Silva)

CAPÍTULO 5

A construção dos índios nos livros didáticos de História de Alagoas (Gilberto Geraldo Ferreira)

CAPÍTULO 6

Entre o conviver e o reconhecer as diferenças étnicas: a temática indígena do outro lado do rio Camaratuba /PB (Celênia Souto Macedo; Mércia Rangel Rangel Batista)

CAPÍTULO 7

As diversidades étnicas no Brasil: desafios às práticas escolares (Edson Silva; Maria da Penha da Silva)

VENDAS: Na livraria do térreo do CFCH/UFPE (R$ 30,00). Para outros estados, os autores despacham via correios (R$ 30,00 + frete). Solicite os dados bancários e mais informações por e-mail: edson.edsilva@gmail.com

2) A segunda publicação, “Afroindigenous spaces on the map Brasilia qua parte paret Belgis”, faz parte do projeto “Rotas Afro-Indígenas em Pernambuco Colonial”, coordenado pelos historiadores Bartira Ferraz Barbosa e José Luis Ruiz-Peinado Alonso, e integrado por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universitat de Barcelona (UB). O livro também comemora os 365 anos da primeira publicação do mapa “Brasilia qua parte paret Belgis”, de Georg Marcgraf, produzido durante o período de ocupação holandesa na Capitania de Pernambuco. Sendo assim, duas reimpressões do mapa, em tamanhos diferentes, acompanham a publicação. Para aquisições, entre em contato com a professora Bartira Barbosa: bartiraferraz@yahoo.com.br

3) Vencedor do Prêmio Nelson Chaves de trabalhos científicos Norte/Nordeste pela Fundação Joaquim Nabuco, o livro “Diga ao povo que avance! Movimento Indígena no Nordeste”, resultante de tese defendida por Kelly Oliveira no PPGA/UFPE, reflete sobre o protagonismo indígena e seu poder de articulação. Marcado pelo rigor científico e escrito com grande sensibilidade, apresenta toda a pluralidade que o Movimento Indígena vem assumindo na arena política nacional, com destaque para a rede de articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME), uma ênfase que marca um inquestionável pioneirismo.

DIGA AO POVO QUE AVANCE! Movimento Indígena no Nordeste

Kelly Oliveira

(Editora Massangana/Fund. Joaquim Nabuco)

SUMÁRIO

Prefácio (João Pacheco de Oliveira)

Apresentação (Peter Schröder)

1. Descortinando Experiências

Refletindo o Campo

Teorizando contatos, movimentos e organizações étnicas

O Contato e a Política

Teorizando sobre Movimentos Indígenas

2. Semeando Contatos: as origens do Movimento Indígena

O Estado e as políticas indigenistas

Construindo o movimento pela Igreja Católica Romana – o Cimi no Movimento Indígena

Estabelecendo pontes: as Assembleias Indígenas e o surgimento das lideranças

Os antropólogos no Movimento Indígena

Formalizando o Movimento – a UNI e a tentativa da mobilização nacional

A Constituição Federal na ampliação dos horizontes

3. Mobilizando o Nordeste Indígena

O longo contato – expropriação e invisibilidade no Nordeste indígena

Por uma organização nordestina: a Comissão Leste-Nordeste

Oficializando a mobilização: surge a Apoinme

Pernambuco e a presença das ONGs

Paraíba – o poder público em diálogo

O Ceará e a autonomia no diálogo

4. Movimento Indígena ou Movimentos Indígenas? A pluralidade na arena política nacional

Os indígenas e o poder público

Das ONGs

Das organizações indígenas

5. Profissionalizando o Movimento Indígena – a liderança capacitada

A capacitação das lideranças – trabalhando a burocracia não indígena

Enfrentando os próprios fantasmas – família, comunidade e ausência

Construindo histórias – dialogando sobre a constituição de lideranças

Considerações Finais

VENDAS:  Com a autora (mensagenskelly@gmail.com). Valor: R$ 35,00

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