Visando estimular mais o interesse sobre os povos nativos do Ceará em períodos passados da História do Brasil, bem como da Cartografia e da História do Estado, o psicólogo cearense radicado na Holanda Josafá Terto de Amorim e outros profissionais compuseram uma equipe multidisciplinar, regional e transnacional que localizou, catalogou e estudou documentos neerlandeses produzidos durante os anos 1600.

Trabalhando em rede, os pesquisadores receberam o apoio de entidades locais como a Associação Missão Tremembé e o Departamento de Geografia da UFC-Universidade Federal do Ceará, notadamente o professor-Doutor Jeovah Meireles.

A pesquisa em fontes primárias situadas em vários países europeus destacaram as circunstâncias e características do Ceará existente no Século XVII, em que primordialmente conviveram indígenas, portugueses e neerlandeses.

Os primeiros resultados deste trabalho, relatado sob o tema Siará-Neerlândia, já podem ser apreciados on-line. Para acessar, clique na capa do livro que se encontra no link:

www.bookess.com/read/14473-o-siara-na-rota-dos-neerlandeses/

Esta pesquisa também contou com a colaboração do assessor técnico da CR Nordeste II Weibe Tapeba (leia nota a respeito à página 303 da obra virtual citada).

Fonte: Funai/CE

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1 Comentário em “Disponível livro sobre os índios no “Siará” no século XVII

  1. Bonito livro mas não vamos sumir magicamente com as outras etnias da região, sim?

    Não é porque estamos morando nas cidades, no japão, na áfrica, nas favelas, na ilha de lesbos, naquilo que transformaram em peru ao lado da Magali Quechua Solier (ai que linda) naquilo que transformaram em groelandia ao lado da Bjork (ai que linda) naquilo que transformaram em argentina ao lado de Mercedes Sosa (ai que linda) no pantanal ao lado de Helena Meirelles (ai que linda) sendo misturadas(os) e um monte pessoas financiando e faturando em cima do nosso extermínio, não é porque estamos pegando aviões, submarinos, aeronavas, astronaves, foguetes e até mesmo discos-voadores que deixamos que ser parte dos povos nativos (indígenas) se nos misturaram misturaram misturaram e nos misturam e nos separaram e separam separam separam para legitimar o nosso mágico sumiço em nome da “(des)comunhão nacional” é porque não querem assumir esses erros seculares. Se temos misturas de etnias do sertão, da caucásia, da áfrica e até mesmo das etnias intergaláticas e se quisermos escolher continuar sendo pertencentes às etnias do sertão: continuaremos a ser parte das etnias do nosso sertão…

    Marleide Quixelôs e Anacés e Tarairiús e Canindés e Paiakús e Jenipapos e Jenipabuçus e Arariús e Caratiús e Carirís e Cariri-açús e Cariús e Guanacés e Guanacés-guakús e Guanacés-mirins e Jaguaruanas e Jagoarigoaras e Assanasseses-Açús e Cataguás e Aimorés e Aperikús e Aperuís e Aeriús e Quixerariús e Irapuãs e Acimis e Vidaés e Xibatas e Akarisús e Tokaiús e Akokis e Okingás e Carku-Açús e Guaiús e Jurupary-Açús e Camamús e Parnamirins e Xixirós e Chokós e Quipapás e Quikipaús e Kabindas e Jenipapos-Açús e Juremas e Jururus e Irapuãs de Granja e Jucás-Condadús e Quincuncás e Akigirós e Quipapaus e Akanhamakús e Anaperús e Quixariús e Guariuns e Quixarás e Panaticnaremas e Javós e Apujarés e Koansús e Inhamúns e Pergas e Tocarijús e Jaguaruanas e Jaguambaras e Paliés e Panatís e Pianís e Canéns e Kalabaças e Baturités e Camocins e Ikós e Ikozinhos e Carirés e Akonguaçús e Pitaguarys e Tremembés e Tabajaras e Gaviões e Jaicós e Potiguaras e Akroás e Gueguês e Quixereus e Reriús e Sucurus,… e todos os povos nativos (indígenas) desburocratizados!!!!

Comentários encerrados.